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Saiba quem são os bandidos mais procurados do ES

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Atualizado em 4 de janeiro de 2012
Redação Multimídia SiteBarra

Aos 28 anos, Filipe Vila alcançou a fama internacional. Mas no mau sentido. Seu currículo, além de assaltos a bancos, também, possui diversas ocorrências de tráfico de drogas, principalmente no municípios da Serra. Suspeito de vários homicídios – entre eles o do traficante Valdete de Jesus da Silva, o Betinho, que comandava o tráfico em Jacaraípe, Filipe vive hoje no Paraguai. Ele é, hoje, um dos principais bandidos que a polícia capixaba quer atrás das grades em 2012.

Assim como ele, outros nove homens integram a lista dos mais procurados no Espírito Santo. O levantamento, feito por delegados de Crimes Contra a Vida da Região Metropolitana e da Delegacia de Tóxicos e Entorpecente, mostra que, a maioria deles, além de serem homicidas, têm bastante envolvimento com o tráfico de drogas.

Filipe, por exemplo, comanda o tráfico de boa parte do município da Serra mesmo estando bem distante do Estado. Também é acusado de crimes nos bairros Flexal, São Francisco e Campo Grande, em Cariacica.

Ele e os demais que integram a lista feita pela polícia atuam em regiões específicas, fazendo com que um grande percentual dos crimes nos municípios em questão – como Vila Velha e Serra – seja centralizado numa quantidade pequena de locais – na Grande Terra Vermelha, por exemplo.

Segundo o delegado chefe da Divisão de Homicídios de Proteção à pessoa (DHPP), Cláudio Victor, o foco da polícia, agora, é justamente procurar identificar os bandidos mais importantes e prendê-los. “Se pararmos para analisar os números, chegamos a uma lista de pelo menos 50 assassinos que estão agindo aqui no Estado”, contou.

Além disso, o delegado frisa que, quando são presos, esses bandidos não ficam atrás das grades muito tempo. “Isso acontece em razão da própria legislação mesmo, demora muito o julgamento e acaba que os homicidas respondem pelo crime em liberdade. Em muitos casos, o crime acaba prescrevendo, infelizmente. A legislação precisa ser alterada para que a condenação seja mais rápida”, ressalta Claudio Victor.

foto: Divulgação

Montagem, os mais procurados do espírito santo

Procuram-se

1. Filipe Vila – o Felipinho: Traficante internacional de 28 anos que abastece a maioria dos bairros da Serra. Mora no Paraguai. É acusado de assaltos a bancos e de diversos homicídios.

2. Samuel Junior Mariano Neves – o Samuel Rato: Um dos principais traficantes e homicidas da região de Jardim Guaranhuns, Ibes e Novo México, em Vila Velha. Tem 26 anos.

3. Maicon Antonio da Silva Rufino – o Pinto Seco: Aos 18 anos, é um dos mais procurados na região de Jaburuna, Vila Velha, por homicídios. Tem uma tatuagem no braço esquerdo.

4. Paulo Sérgio Coimbra Junior – o Fi: Tem 27 anos. Acusado de vários homicídios na região de Jaburuna e Ilha dos Ayres, em Vila Velha. Está com mandado de prisão em aberto pela 4ª Vara Criminal do município

5. Renato de Oliveira Marcelo – o Paulista: Acusado de cometer homicídios na região de Jardim Guaranhuns, na cidade de Vila Velha, e também de tráfico de drogas no município. Tem 22 anos.

6. Wilker Ventura – o Kiko: Usa também os nomes: Guilherme Bastos Peres; e Guilherme Wilker Ventura. Tem 25 anos e é acusado de roubos de veículos, tráfico e homicídios em toda a Grande Terra Vermelha.

7. Washington Barbosa Meireles – o Brioche: Um dos mais perigosos da Grande Terra Vermelha. Envolvido em várias trocas de tiro na região, seria, agora, parceiro de Kiko.

8. Paulo Rui da Silva – o Paulo Grande: Aos 33 anos, é um dos homicidas da região da Grande Terra Vermelha, em Vila Velha. Era motorista antes de entrar para o mundo do crime.

9. Wesley Sales Bastos – o Chocolate ou Índio: Possui negócios em Tabuazeiro, Vitória, e também nas bocas de fumo em Nova Almeida e Parque das Gaivotas. Também é mandante de assassinatos, inclusive de traficantes da região.

10. Mayckel Dias da Silva – o Costelinha: Acusado de tráfico de drogas, homicídios e roubos na região de Jacaraípe, Castelândia e Vila dos Coelhos, na Serra, integra a quadrilha do “Macaco Louco”.

Denúncias podem ser feitas pelo 181

Uma das ferramentas mais importantes para a captura dos criminosos tem sido o telefone 181, do Disque-Denúncia. É por meio dele que a polícia consegue informações importantes sobre o paradeiro dos criminosos. O chefe da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa, Cláudio Victor, lembra que todas as informações passadas são feitas de forma anônima. “Muitas vezes o maior dificultador da prisão dos assassinos é justamente sua localização. E por meio do Disque-Denúncia a gente consegue informações imprescindíveis para que tenhamos precisão no resultado”, conta.

Com informações da Gazeta

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