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Apoiadores de Bolsonaro ocupam AvenidaPaulista em manifestação convocada pelo ex-presidente

Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fazem um protesto neste domingo (25) na Avenida Paulista, em São Paulo, em apoio ao ex-presidente, que está sendo investigado pela Polícia Federal por suposta tentativa de golpe de Estado para se manter no poder e evitar a eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Bolsonaro chegou à Avenida Paulista de carro, acompanhado pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. O ex-presidente fará um discurso em um carro de som estacionado próximo ao Museu de Arte de São Paulo (Masp).

No evento, estão presentes a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, os governadores Tarcísio de Freitas (SP), Romeu Zema (MG) e Ronaldo Caiado (GO), parlamentares aliados e o pastor Silas Malafaia.

Por volta das 14h30, o protesto já ocupava uma extensão de três quarteirões e meio na Avenida Paulista. Para garantir a segurança durante o evento, a Polícia Militar mobilizou um contingente de 2 mil homens na região.

O ex-presidente, convocado para prestar depoimento à Polícia Federal na última quinta-feira (22) e que optou por ficar em silêncio, anunciou a mobilização do ato através de suas redes sociais. Ele declarou que o evento seria pacífico, em defesa do Estado democrático de direito, da liberdade, da família e do futuro.

O presidente do partido PL, Valdemar Costa Neto, que é alvo de uma investigação da PF relacionada à tentativa de golpe, e que foi preso em flagrante no dia 8 por porte de arma irregular e posse de uma pepita de ouro, fez um discurso anteriormente no carro de som. Ele agradeceu aos eleitores de Bolsonaro, afirmando que o PL se tornou o “maior partido do Brasil” graças a eles.

Por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), devido às investigações em curso, Jair Bolsonaro e Valdemar estão proibidos de manter contato.

Além disso, Bolsonaro foi considerado inelegível até 2030 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) devido a duas condenações:

A primeira condenação ocorreu devido aos ataques sem provas feitos por Bolsonaro ao sistema eleitoral durante uma reunião com embaixadores no Palácio da Alvorada em julho de 2022.

A segunda condenação se deu por abuso de poder político e econômico durante as celebrações dos 200 anos da independência.

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