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Rio alerta para calor extremo nesta semana

Capital carioca pode superar 41,8°C, maior marca já registrada em fevereiro; programação dos blocos de rua serão mantidas

As previsões meteorológicas apontam para temperaturas elevadas no Rio de Janeiro, principalmente, na 2ª feira (17.fev.2025) e na 3ª feira (18.fev.2025). O Sistema Alerta Rio indica que esses dias podem ser os dias mais quentes da semana, podendo bater o recorde de dia mais quente já registrado em fevereiro, que é 41,8 ºC, no ano de 2023.

“A gente pode passar disso principalmente na 3ª feira”, informou a meteorologista chefe do Sistema Alerta Rio, Raquel Franco. “Estamos em um fevereiro muito seco, com pouca chuva. A atual média [de chuva] agora no dia 16 de fevereiro é de apenas 5 mm. Teremos mais uma semana sem chuva, e as previsões para o fim de fevereiro não indicam uma quantidade muito grande de chuva. Podemos ter um dos fevereiros mais secos da história”.

“Nós estamos no Calor 3 e temos uma probabilidade e possibilidade enorme de irmos para o calor 4 nesta semana. Provavelmente, nada indica pelas previsões de que a gente vá chegar no Calor 5”, apontou o prefeito do Rio, Eduardo Paes, em entrevista a jornalistas para avaliação das condições climáticas e anúncio de medidas para a população.

Paes disse que ninguém da administração municipal vai pedir o cancelamento dos desfiles de blocos de rua, nem impedir que a população participe de atividades na cidade neste período de verão e de carnaval, com previsão de calor intenso. Apesar disso, recomendou muito cuidado diante do cenário de previsão do clima.

Mudança na nomenclatura

O monitoramento dos níveis de calor pelo COR-Rio começou em junho do ano passado. A classificação tem 5 níveis de risco que variam conforme a temperatura e a umidade relativa do ar registradas na cidade. Durante a entrevista, Paes pediu a modificação na nomenclatura do protocolo, que foi criado com fases de níveis de calor de NC1 até NC5. Para ele, é mais fácil o entendimento da população passar para Calor 1 a Calor 5 (C1 a C5).


Com informações da Agência Brasil.

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